05 maio 2012

Voz materna é especial para o bebê



Uma pesquisa realizada pela Universidade de Montreal, Canadá, revelou cientificamente o que o instinto materno sempre indicou: a voz da mamãe é especialmente exclusiva para o seu bebê.
Para dar mais sentido a essa afirmação, foi feito um estudo com 16 recém-nascidos com até 24 horas de vida. Eletrodos foram colocados na cabeça dos bebês enquanto dormiam e foi pedido para que as mães verbalizassem um fonema.
Foi pedido para que outras mulheres, as enfermeiras, repetissem o mesmo exercício.
O monitoramento dos sinais cerebrais dos bebês mostrou que a área cerebral ativada quando a mãe fala é a do hemisfério esquerdo, mais precisamente a área do processamento da linguagem e o circuito responsável pelas habilidades motoras.
Quando a enfermeira falou com o mesmo bebê a parte cerebral ativada foi o hemisfério direito na área do reconhecimento da voz.
Essa pesquisa indica que a mãe é a iniciadora da aquisição de linguagem da criança e que há uma ligação neurobiológica entre aquisição da linguagem pré-natal e habilidades motoras ligadas envolvidas com a fala.
Papo entre mãe e filho ainda na barriga – Você sabia que o bebê, geralmente, começa a escutar a voz da mamãe desde a 24ª semana de gestação?
Uma dica importante que fica diante dessa pesquisa é que a mamãe deve conversar com o seu filho mesmo no período em que bebê está na barriga dela. Não é loucura, não.
Isso é reconfortante, deixa o bebê seguro e faz com que melhore a sua aquisição de fala, publicou o site Guia do bebê.

Movimentos do bebê no útero


Primeiros movimentos
Você não sente, mas seu bebê pode estar se mexendo no útero a partir da 10ª semana de vida. Antes disso, fazia movimentos, mas ainda não tinha o esboço de braços e pernas que agora possui. Você não percebe porque a quantidade de líquido amniótico que envolve o feto (cerca de meio litro) é muito maior do que seus 2,5 centímetros de comprimento e 3 gramas de peso. É entre a 18ª e a 20ª semana que as primeiras sensações de movimentos do bebê — então com cerca de 18 centímetros e 500 gramas — chegam para a maioria das mães. “As que tiveram gestações anteriores costumam reconhecer os movimentos já a partir da 15ª semana”, ressalta Djalma.
Nesse início, a percepção é de um movimento suave. “Em geral, as mães o descrevem como algo que passa de um lado para outro dentro da barriga, como se fosse um peixe nadando, ou então como pequenas explosões”, explica o médico Walter Banduk Seguim. Segundo ele, a sensação vem mais do deslocamento da água que o feto provoca do que dos choques com o organismo materno. “Só cerca de 3 a 4 semanas depois é que a mãe sente o que descreve como chute do bebê. E não é necessariamente um chute. Pode ser um soco ou uma cabeçada”, diz.
Espreguiçadelas
O amadurecimento do sistema nervoso do feto é que determina a coordenação de suas ações, como levar a mão ao nariz, à boca, ao olho, piscar ou engolir. Por volta da 24ª semana, um movimento que começa a ficar freqüente é o espreguiçar. O bebê estira os braços e as pernas várias vezes, como um exercício para fortalecer os músculos. “À medida que as espreguiçadelas se tornam mais definidas, aparece na barriga da grávida um calombinho. Em geral, é o calcanhar do bebê”, diz Seguim. Em torno da 32ª semana da gravidez, segundo os especialistas, muitas grávidas têm a sensação de outro movimento, que se repete um após outro, lembrando um soluço. “É o bebê simulando a respiração. Embora esteja num meio líquido e não use os pulmões, ele movimenta a musculatura respiratória como num treino”, afirma Seguim.
De olho no ritmo
Assim que os movimentos do bebê se tornam perceptíveis, os médicos recomendam às mães ficarem atentas ao seu ritmo. “Isso é especialmente importante para a mulher que apresenta uma gestação de risco, como a grávida hipertensa ou com diabetes, pois a diminuição dos movimentos pode ser um sinal de má oxigenação fetal”, esclarece Seguim. O ritmo das mexidas, segundo ele, mostra-se mais preciso a partir da 34ª semana, quando se estima que a grávida sinta de sete a oito grandes movimentos do bebê por hora. Alguns bebês mexem muito e outros, pouco. Por isso não adianta ficar comparando o ritmo do seu bebê com o de outras gestantes. Para descobrir qual é o ritmo do seu filho, faça o seguinte: durante três noites, ao deitar-se, procure prestar atenção só no bebê, sem se distrair. “A mãe vai notar um padrão de movimentos e assim perceberá quando o filho está mexendo mais ou menos”, explica Seguim.
Segundo os especialistas, as mães também costumam notar que ele se agita mais quando conversam com o filho ou quando alguém de quem gostam se aproxima. “Nesses momentos, o bebê é estimulado pela liberação de hormônios da mãe. Ele se movimenta pela ação da adrenalina ou se tranqüiliza por causa da endorfina”, afirma Gouveia. Uma outra relação que as gestantes costumam fazer é que o filho parece chutar mais à noite, quando elas dormem. “A grávida é que sente mais as mexidas quando está deitada e relaxada. O bebê não tem percepção de dia ou noite. Ele dorme quase o dia inteiro, o que não significa que fique quieto. Há fases no sono em que há superagitação”, diz Seguim. Ele lembra que as mães têm ainda a impressão de que os bebês mexem menos quando uma mão fria pousa em suas barrigas. “A percepção do movimento é que diminui, porque a musculatura da barriga se contrai”, esclarece.
Hora do encaixe
Enquanto seu tamanho é menor que o diâmetro uterino, o bebê pode dar milhares de voltas na barriga. Mas como a cabeça é a parte mais pesada do seu corpo, por ação da gravidade, ele costuma ficar de cabeça para baixo. “É uma característica de 96% dos bebês. Os outros 4% ficam sentados”, diz Seguim. Essa movimentação costuma ocorrer 15 dias antes do parto, ou a partir da 38ª semana. “A barriga abaixa e a gestante nota que respira melhor e consegue comer sem se sentir tão cheia”, diz o médico. A partir daí, os chutes de seu filho diminuem. Ele está concentrado nos últimos momentos para fazer seu gol de placa, publicou o site Bebe Blogger.

Já preparou a bolsa da maternidade?



O perfil das futuras mamães mudou bastante nestes últimos anos, não é mesmo? São mulheres atuantes no mercado de trabalho, muitas acima dos 30 anos. Com a correria do dia-a-dia, diversas dúvidas surgem, entre elas, de como preparar a malinha especial para levar à maternidade e qual o período ideal para montar o kit, por exemplo.
Referência neste universo tão especial, Keila Cristiuma, diretora da marca Sempre Materna, preparou uma lista cuidadosa com todos os itens que devem compor a bolsa da mamãe e do bebê. “O ideal é estar pronta desde o 7º mês de gestação. Não perca tempo, planeje-se e conte com a ajuda do papai nos preparativos”, explica a empresária e especialista.
Seguem as sugestões de Keila:
Para a mamãe:
  • 01 Par de chinelos;
  • 01 Penhoar;
  • 03 Jogos de camisolas confortáveis e de fácil manejo para a amamentação;
  • 05 Calcinhas de tamanho maior do que usava antes de engravidar;
  • 01 Roupa para o dia de alta (opte pelas peças usadas no fim da gestação. Você ainda estará inchada do parto);
  • 03 Sutiãs confortáveis com alças de sustentação largas;
  • 01 Caixa de protetores de seios e produtos de higiene íntima: escova de dentes e de cabelos, xampu, sabonete e creme dental.
Para o bebê:
  • 06 Conjuntos pagão ou body;
  • 06 Macacões com pé;
  • 02 Xales.
Papai ou Acompanhante:
“É preciso lembrar que o acompanhante, na maioria das vezes o papai, também precisa de algumas coisinhas para passar os dias em sua companhia. Como provavelmente ele não vai lembrar de deixar a mala preparada, é melhor você, “futura mamãe”, se encarregar disso. Pijama, chinelo, roupas íntimas, produtos de higiene pessoal e uma troca de roupa são suficientes”, finaliza Keila.
Itens Extras – Opcionais:
  • Máquina fotográfica;
  • Livros e revistas;
  • Lembrancinhas para amigos e parentes que visitarem o bebê e a mamãe;
  • Enfeite de porta;
  • Lista com o nome e telefone de quem deve ser avisado do nascimento.

Grávida pode dormir de barriga para cima? Tem risco de enrolar o cordão umbilicar do bebê? E de bruços, pode?



Escrito para o BabyCenter Brasil

Eleonora F. Stocchero Fonseca responde:


Durante a primeira metade da gravidez, não há problema em dormir de barriga para cima. Mas, conforme o bebê vai crescendo e a gestação avança, o mais aconselhável é dormir virada para o lado esquerdo. 

Os médicos já observaram que, durante o trabalho de parto, a posição deitada de lado, sobre o lado esquerdo, é a que proporciona melhores condições de oxigenação para o bebê, pois o sangue flui melhor pelo cordão umbilical. Por isso vale a pena reproduzir essa posição na cama. 

Quando a barriga está grande e a grávida dorme de barriga para cima, há o risco de ela se sentir mal, porque o peso do útero comprime a veia cava, causando falta de ar e mal-estar. Normalmente basta mudar de posição que fica tudo bem. 

Também há algumas indicações de que o fato de dormir de barriga para cima no final da gravidez esteja ligado a riscos para o bebê. Ainda são necessários mais estudos para comprovar essa ligação, mas em todo o caso é melhor apostar na posição de lado, sobre o lado esquerdo. 

No último trimestre, por causa da azia, da congestão nasal ou da falta de ar comuns nesta fase, pode ser que você prefira dormir numa posição mais sentada, cheia de travesseiros em volta. Faça como se sentir melhor, pois nada substitui uma boa noite de sono. 

A gestante também pode dormir de bruços até o quinto mês de gestação, sem a preocupação de "amassar o bebê". Após o quinto mês, o mais provável é que a mulher não consiga dormir de barriga para baixo, porque a posição fica desconfortável, devido ao tamanho da barriga. 

Caso uma mulher no sexto mês ou mais de gestação acorde e perceba que está de bruços, não há motivo para se preocupar. O bebê está extremamente protegido dentro do útero e não se machucará nessa posição. 

E, se você acordar e perceber que está de barriga para cima, simplesmente vire de lado e (tomara!) volte a dormir.

04 maio 2012

Dica: O soluço


O seu bebê soluça muito? Fique calma. O soluço é comum em bebês de até 12 meses que ainda mamam leite materno ou mamadeira. E acontecem especialmente após as mamadas. Muitas vezes a posição da amamentação faz com que o bebê engula ar, desencadeando o soluço.
 Quer uma dica? Coloque-o para mamar voltado para a mamãe com o corpinho levemente elevado e nunca deixe de colocá-lo para arrotar.

Você pode falar sobre essa e outras dúvidas com outras mamães na área de Perguntas e Respostas do aplicativo JOHNSON'S® baby Mimo, que reúne pais que querem compartilhar suas experiências. Clique e instale: https://apps.facebook.com/johnsonsbabymimo/ http://ow.ly/i/BAmk

02 maio 2012

Gravidez X gatos




O que um simples gatinho pode trazer de ruim para a saúde da mamãe e da família? Alguns podem argumentar que esse indefeso animal não traz qualquerperigo. Ledo engano. Os gatos são potenciais transmissores da doença toxoplasmose.



Mas qual é a relação entre gato e toxoplasmose? E o que é toxoplasmose? Os gatos são hospedeiros de um protozoário chamado Toxoplasma Gondii. O gato infectado excreta as fezes e, ao contato de pessoas com essas fezes, pode ser transmitida a doença.
Para sorte nossa, se tomarmos alguns cuidados especiais, os gatinhos deixarão de ser tão perigosos. Existem outros hospedeiros do protozoário Toxoplasma como aves, anfíbios, peixes, répteis e outros mamíferos que podem transmitir a doença através do consumo de carne crua ou mal cozida.



É através da ingestão da carne crua destes hospedeiros ou o contato com fezes de outros gatos contaminados que os gatos sadios adquirem o protozoário Toxoplasma. Portanto, muito cuidado com a alimentação do bichinho!



Os oocistos (elementos infectados pela doença) das fezes dos gatos podem ser levados pelo vento e se depositarem em frutasverduras e legumes. Por isso, a transmissão da toxoplasmose também pode ser feita através da ingestão de frutas, verduras e legumes mal lavados. Mais um motivo para lavar bem as frutas.



Depois de exposto à doença pela primeira vez, toda pessoa desenvolve imunidade contra o parasita e dificilmente torna a adoecer com toxoplasmose. Um exame de sangue pode dizer se a pessoa já adquiriu ou não a doença. A mulher que já tenha tido a doença antes da gravidez não desenvolve risco algum para o seu feto, pois já tem imunidade contra esse parasita.




Perigo, mamãe! - O problema está quando a Toxoplasmose atinge a mulher grávida que nunca entrou em contato com o parasita Toxoplasma, ou seja, a mulher que ainda não tem anticorpos formados contra ele.


A toxoplasmose é transmitida ao feto pelo sangue e pode acarretar morte fetal e abortamento, graves deficiências neurológicasvisuais e retardo mental. Caso a mulher grávida entre em contato com o parasita que causa atoxoplasmose, é necessário que ela receba tratamento com antibióticosurgentemente para evitar os possíveis ricos para o feto.



Não é por isso que a mamãe deve se livrar do gatinho de estimação que tem em casa. Gatos domésticos que não são alimentados com carnes cruas e não saem de casa (não tem como entrar em contato com fezes de outros gatos infectados ou comer animais que possam estar contaminados) não trazem risco algum de contaminação.

As mamães devem evitar fazer trabalhos de jardinagem onde é possível o contato com fezes de gatos contaminadas e se precisar fazer, fazê-lo com luvas e lavar bem as mãos depois.



As carnes devem ser consumidas bem cozidas e as frutasverduras e legumes muitos bem lavados. As mãos também devem ser bem lavadasapós manipular carne e vegetais crus. 

O leite bebido dever ser pasteurizado.



As futuras mamães não devem limpar as caixas de necessidades dos gatinhos. Estas caixas devem ser higienizadas diariamente se possível por outra pessoa.



Sabendo como evitar a toxoplasmose e de como cuidar do seu gatinho para que ele não contraia o parasita Toxoplasma, não haverá motivo para excluir o bichinho de estimação do cotidiano familiar.



Dica: Tome uma água de coco!


Grávida pode tomar água de coco?

A equipe do BabyCenter responde:


Sim, a grávida não só pode como deve tomar água de coco, já que é uma bebida cheia de propriedades benéficas a seu corpo durante a gravidez. 

A água de coco é uma das maiores fontes de eletrólitos, substância mineral ligada à quantidade de água que temos no corpo. É também rica em potássio e em magnésio, e não contém muito açúcar ou sódio. 

O potássio, por exemplo, ajuda a regular a pressão arterial e a função cardíaca. 
Isotônico natural com níveis de eletrólitos similares aos do corpo humano, a água de coco é uma grande aliada contra a desidratação e o cansaço, por repor sais minerais que naturalmente perdemos (ou perdemos em função de algum desequilíbrio). 

Em várias regiões do mundo, a água de coco é utilizada para reidratação em casos de diarreia. 
Durante dias quentes, a bebida é uma ótima alternativa para matar a sede de forma nutritiva, no lugar de sucos de frutas artificiais e cheios de açúcar. 

Por ser diurética, a água de coco aumenta o fluxo de urina, auxiliando na prevenção de infecções do trato urinário, bastante comuns durante a gravidez, e reduz a incidência de pedras nos rins. 

Ela é indicada também para melhorar a função intestinal e para amenizar a prisão de ventre , outra queixa comum das grávidas. 

4 alimentos que não podem faltar no prato do seu filho (e você nem imagina por quê)

-Batata-doce: além de ser fonte de energia e substituir carboidratos como as outras batatas, massas e arroz, as do tipo amarela e laranja são ricas em betacaroteno, essencial para o crescimento e desenvolvimento infantil e importante para o funcionamento do sistema imunológico. Que tal fazer um purê? Também ajuda a manter a pele, as mucosas e a visão saudáveis.

- Arroz com feijão: quando consumidos juntos, a absorção das proteínas do feijão é mais eficaz. A dobradinha nacional ainda ajuda a prevenir doenças cardiovasculares, pois a fibra do feijão ajuda a controlar o excesso de glicose no sangue que o consumo de arroz sozinho poderia gerar.

- Cereja: é um dos únicos alimentos, ao lado da aveia, da cebola e do milho, que possui melatonina, um neurotransmissor que ajuda a regular o sono. Como a aprendizagem é fixada no cérebro durante a hora de dormir, as cerejas são boas para a memória e dão uma forcinha extra para os estudantes. (Fonte: Crescer)

O que considerar na hora de comprar


O quarto 
As paredes do quarto do bebê devem ser pintadas com cores claras e discretas, o melhor é usar tinta lavável. As cores vivas e os desenhos podem aparecer em cortinas, cadeiras ou em outros detalhes. Não são aconselháveis tapetes no quarto ou revestimentos de tecido nas paredes porque são difíceis de limpar e podem provocar alergias. O ambiente deve ser arejado e, de preferência, receber o sol da manhã
O berço 
Esse móvel precisa apresentar segurança, durabilidade e conforto. 
Os revestimentos devem ser atóxicos, assim como a tinta utilizada no móvel. Isso evita que, ao descascar a tinta, o bebê venha a engolir pedaços. 
Na superfície interna do berço não deve haver nenhum tipo de decalque. A criança pode arrancá-lo e engoli-lo. 
A altura interna das laterais precisa ser de, no mínimo, 60 centímetros. As grades paralelas devem ter entre 6 e 7,5 centímetros de distância para evitar que a criança prenda a cabeça entre elas. 
A profundidade, a contar da superfície do colchão, deve ser de, no mínimo, 49,5 centímetros. 
Fique atento se o berço é sólido e não apresenta farpas de madeira. 
O colchão também deve ser comprado seguindo parâmetros que garantam segurança. Verifique se a peça possui 1,30 metro de comprimento por 60 centímetros de largura.
Cômodas e Guarda Roupas 
Os modelos com gavetas são mais práticos para acomodar os pertences do bebê. Dividindo sempre peças que serão mais usadas primeira gaveta e nas últimas jogos de lençóis, cobertozinhos, toalhas de banho etc. Lembrando sempre de evitar produtos com revestimentos tóxicos.

Como cuidar do umbigo do bebê?


Muitas são as perguntas sobre como cuidar do umbigo do nenem, colocamos aqui uma a uma com a respostinha pra vocês!
Por que os bebês ficam com o coto do cordão umbilical?
O cordão umbilical ligava o bebê à placenta dentro do útero, e era o responsável pelo transporte dos nutrientes e do oxigênio necessários à sobrevivência dele.
Quando o bebê nasce, o cordão umbilical é cortado, num procedimento indolor, e um pedacinho (o coto) de 2 a 3 centímetros ainda fica ligado à barriga do recém-nascido.
Quanto tempo o cordão vai demorar para cair?
Entre 10 e 21 dias depois do nascimento, o coto umbilical vai secar, ficar preto e cair. No lugar dele fica uma pequena ferida, que leva de uma semana a 10 dias para cicatrizar.
O dia da queda do umbigo varia muito de criança para criança. Às vezes, o cordão pode demorar até mais do que 21 dias para cair, sem que haja maiores problemas. Em caso de demora, contate o pediatra da criança só para ter certeza de que tudo está correndo como o esperado.O umbigo precisa de algum cuidado especial?
O coto umbilical tem de ser mantido limpo e seco para evitar infecções. Bactérias que vivem naturalmente em nossa pele podem provocar infecções no coto.
Em regiões sem condições de higiene, a contaminação do coto umbilical pode levar ao tétano, uma infecção muito perigosa para recém-nascidos.
Os médicos brasileiros costumam orientar as mães a passar um cotonete com álcool a 70% (vendido nas farmácias) no coto, em todas as trocas de fralda, e deixá-lo secar naturalmente. Você pode cobrir o coto com a fralda, quando ele estiver bem sequinho, mas não coloque nenhum tipo de faixa.
Lave sempre as mãos antes de cuidar do umbigo. Também lave as mãos antes e depois da troca de fralda.
Se o coto ficar sujo de cocô ou xixi, limpe-o bem com água e sabão ou só com água. Como o cocô do bebê é gorduroso, é melhor usar sabonete para eliminá-lo. Depois aplique o álcool.
Em outros países, o cuidado com o umbigo pode ser diferente. Em alguns, a orientação médica é de não passar nada no umbigo, nem álcool, para que ele seque mais rápido. Em outros lugares, a recomendação é de não molhar o coto, portanto não se dá banho no recém-nascido enquanto o umbigo não cai.
No Brasil, porém, os especialistas indicam o banho desde o primeiro dia de vida, sem problemas. Basta secar bem o coto e passar o álcool antes de fechar a fralda.
Está saindo do umbigo uma secreção que parece pus. É perigoso?
É normal que o coto tenha algum tipo de secreção amarelada, até parecida com pus, mas isso não significa que ele esteja infeccionado. A secreção pode ter um leve cheiro desagradável.
Também é normal aparecer um pouquinho de sangue na fralda ou na roupinha que tiver ficado em contato com o coto.
Se você estiver preocupada com a aparência ou com o cheiro do coto, peça para o médico dar uma olhada.Com o que devo me preocupar?
Procure o médico se:
• O bebê tiver febre, ficar letárgico (quietinho demais), começar a mamar pouco ou parecer não estar bem.
• O umbigo e a área em torno dele estiverem inchados ou vermelhos.
• O coto umbilical ficar inchado ou com mau cheiro muito pronunciado (um pouco de cheiro menos agradável é normal).
O umbigo caiu, mas ficou uma feridinha. O que faço?
Depois que o coto cai, demora ainda entre sete e 10 dias para o umbigo cicatrizar completamente. Pode ser que apareça um pouquinho de sangue na fralda, o que é normal.
Continue limpando com o álcool 70%, várias vezes ao dia.
Às vezes, o umbigo leva mais tempo para cicatrizar, e pode aparecer uma carne esponjosa no local. Desde que não haja mau cheiro ou sinal de infecção, não há razão para se preocupar, esse tecido logo vai desaparecer.
Se o umbigo continuar sangrando, fale com o pediatra, porque ele pode cauterizar o local com nitrato de prata.
Depois que o coto caiu, o umbigo ficou alto. O que é isso?
Quando o umbigo da criança fica saltado, é provável que se trate de uma hérnia umbilical. As hérnias umbilicais são muito comuns e podem afetar até 20 por cento dos bebês. Normalmente elas não exigem tratamento e se resolvem sozinhas.
Converse com o pediatra do bebê. Ele vai acompanhar a hérnia nas consultas até depois do primeiro aniversário da criança, para aí sim decidir se é necessário algum tratamento ou não.